Resultado preliminar do edital juventude rural

ECOUNI FBB edital juventude rural

 

Entidades que não foram selecionadas podem entrar com recurso até cinco dias após a publicação no Diário Oficial da União

Por Dalva de Oliveira 
 

A Fundação Banco do Brasil divulgou hoje (28), o resultado preliminar da seleção pública de projetos do Juventude Rural. O objetivo do edital é selecionar projetos que visam promover a inclusão social, a geração de renda e o protagonismo de jovens que vivem na zona rural. Ao todo, 59 projetos foram habilitados. O prazo para apresentação de recursos será de cinco dias úteis, contados a partir da data da publicação no Diário Oficial da União (DOU).
 
Realizado pela Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), a seleção é destinada a cooperativas ou associações com mais de dois anos de existência, formadas por agricultores familiares e empreendedores familiares rurais; silvicultores; extrativistas artesanais; aquicultores; pescadores artesanais; povos indígenas; e comunidades quilombolas localizadas no campo. 
 
Entre os itens e atividades que poderão receber os recursos do edital estão máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional; equipamentos de informática, comunicação e software; caminhões e veículos utilitários novos; implantação de lavoura permanente em área coletiva; construção e reparo de imóveis; capacitação e serviços técnicos, de beneficiamento e de comercialização relacionados à atividade produtiva. O investimento social será de R$ 8 milhões.
 
Acesse aqui e conheça as propostas selecionadas

#FBB30 Anos – A estratégia do Desenvolvimento Territorial Integrado e Sustentável

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O PDTIS tinha foco no fortalecimento e no protagonismo das comunidades locais, com articulação de parcerias estratégicas

 Mensalmente, até 23.12.2015, serão publicados capítulos de uma série especial comemorativa sobre os 30 anos da Fundação BB.

A Fundação Banco do Brasil desenvolveu o PDTIS: Programa de Desenvolvimento Territorial Integrado e Sustentável com foco na organização, no fortalecimento e no protagonismo das comunidades locais e com a articulação de parcerias estratégicas que visaram a inclusão social e produtiva, a valorização da identidade cultural do território e a construção coletiva de soluções para a melhoria da qualidade de vida da população.

Baseado no tripé viabilidade econômica, justiça social e adequação ambiental – que mais tarde evoluiria para os princípios da sustentabilidade: cuidado ambiental, protagonismo social, solidariedade econômica e respeito cultural – o programa contava com a parceria do Banco do Brasil, dos Governo Federal, Estadual e Municipal e, principalmente, com a orquestração de agentes da sociedade civil e do segundo setor.

O programa teve como principais pilares a educação, a valorização da identidade cultural e a geração de trabalho e renda e contribuiu para o fortalecimento das comunidades locais, com foco na redução da pobreza e das desigualdades sociais.

Os principais territórios que participaram do PDTIS da Fundação Banco do Brasil foram o Território dos Cocais, no interior do Piauí, e no Vale do Urucuia e Vale do Rio Doce , em Minas Gerais. Ao todo, foram investidos R$ 98 milhões em 426 projetos em 456 municípios brasileiros.

Conheça aqui o livreto de 102 páginas 'Fundação Banco do Brasil e os Objetivos do Milênio'  http://issuu.com/primeiroplano/docs/fundacao_banco_brasil_odm

Método de gestão para empreendimentos femininos é finalista no Prêmio Fundação BB

ECOUNI FBB Categoria Mulheres Metodologia de Gest

 

Tecnologia Social de São Paulo que presta assessoria a grupos de baixa renda concorre na categoria mulheres


Por Dalva de Oliveira 
 
A finalista de São Paulo, na categoria Mulheres, a “Metodologia de Gestão de Empreendimentos Solidários por Meio de Indicadores”, do Instituto Consulado da Mulher (ICM), estabelece processos e práticas educativas de fomento à geração de renda, tendo como premissa central o protagonismo feminino. 

Após anos dedicados à transformação social, o ICM investiu em ferramentas e indicadores para melhorar a atuação da população feminina de baixa renda em empreendimentos que tragam retorno financeiro e perspectivas de melhores condições de vida. As práticas usadas são fundamentadas nos princípios da educação popular e no trabalho em rede.

A escolha dos grupos é criteriosa e acontece por meio de um processo de mobilização nas comunidades e com chamada pública de grupos e mulheres interessadas. Após serem inscritas, avaliadas e aceitas, as empreendedoras passam a receber visitas dos educadores. A partir desse processo, os grupos escolhidos passam a contar com a assessoria. No acompanhamento, é feito um planejamento estratégico do empreendimento com a definição de indicadores que são reavaliados seis meses depois.

De acordo com Érica Zanotti, responsável pela iniciativa, para ser escolhido, o grupo precisa preencher alguns critérios como estar organizado, já ter um produto e experiências de comercialização. “Saber que o nosso método vem dando resultado e concorre a um Prêmio como esse é uma grande vitória para nós e para as mulheres”, disse.  

Só em 2014, cento e oito empreendimentos foram assessorados - 59 receberam acompanhamento direto do Instituto Consulado da Mulher e outros 49 foram apoiados por entidades sociais parceiras. de entidades sociais parceiras.

Prêmio de Tecnologia Social 2015 -
 Realizado a cada dois anos, o Prêmio tem como objetivo identificar tecnologias sociais que promovam o envolvimento da comunidade, transformação social efetiva e possibilidade de serem reaplicadas, implementadas em âmbito local, regional ou nacional. Além disso, as soluções devem ser efetivas nas áreas de alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde. O Prêmio tem a parceria da Petrobras, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), além da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). As iniciativas vencedoras serão conhecidas no evento de premiação, dia 10 de novembro, em Brasília. 
 
 

Programa Terra Forte faz primeira assinatura de convênio

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Projeto em Andradina (SP) para implantar agroindústria de leite vai envolver mais de 3.900 famílias de assentamento da reforma agrária

Por Paula Crepaldi

Um projeto para implantar uma agroindústria de leite, em Andradina (SP), foi o primeiro a ter o convênio assinado entre as 32 propostas selecionadas pelo Programa Terra Forte, que tem a Fundação Banco do Brasil entre os parceiros.


A Cooperativa de Produção Agropecuária dos Assentados e Pequenos Produtores do Noroeste de São Paulo (Coapar) vai receber o investimento de R$ 12,8 milhões para aquisição de equipamentos e construção das instalações da agroindústria de leite. Além da industrialização do leite bruto, a entidade pretende produzir iogurte, diversos tipos de queijo, requeijão, manteiga, ricota e bebidas lácteas.

A cooperativa espera envolver no empreendimento mais de 3.900 famílias que vivem em assentamentos rurais da região. A produção de leite deverá crescer em torno de 50% - de 30 mil litros ao dia, atualmente, para uma média de 45 mil ao dia. 

O aumento na produtividade e a diversificação dos produtos vai se refletir no aumento da renda média dos cooperados."Com a industrialização, vamos agregar valor ao produto e melhorar a renda dos assentados e agricultores familiares da região", afirma o presidente da Coapar, Lourival Plácido. Ele estima um crescimento na renda das famílias dos atuais R$ 1,2 mil mensais para aproximadamente R$ 1,5 mil.

Os benefícios se estendem também para a região, segundo Plácido. "Vai agregar renda na arrecadação do município e ajudar a trazer desenvolvimento regional, já que nossa região tem poucas indústrias", acrescentou.

O evento de assinatura do convênio aconteceu na terça-feira passada (14),  e contou com a presença de representantes do Banco do Brasil,  do presidente da Coapar Lourival Plácido, e do prefeito de Andradina, Jamil Ono.

Terra Forte - O objetivo do Programa Terra Forte é implantar ou modernizar empreendimentos coletivos agroindustriais em projetos de assentamento da reforma agrária, criados ou reconhecidos pelo Incra, em todo o território nacional. Com o Programa, espera-se também apoiar a comercialização de produtos provenientes dos assentamentos e viabilizar a geração de trabalho e renda para os assentados.

O Terra Forte é uma iniciativa conjunta de vários parceiros: além da Fundação Banco do Brasil, o Banco do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o Incra e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O programa terá a vigência de cinco anos, podendo ser renovado pelo mesmo período a critério dos parceiros. O investimento total no decorrer dos cinco anos será de R$ 300 milhões.

Fonte: Fundação Banco do Brasil

 

Fundação BB participa de seminário de agroecologia

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Presença no evento permite ouvir demandas da sociedade civil para direcionar formas de atuação

Por Paula Crepaldi

A Fundação Banco do Brasil participou do Seminário Dialoga Brasil Agroecológico, que encerrou na sexta-feira, 18 de setembro, em Brasília. O evento reuniu representantes da sociedade civil e do governo para a elaboração do 2º Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo), que vai vigorar de 2016 a 2019. O debate será feito a partir da proposta da Câmara Interministerial de Agroecologia e Produção Orgânica (Ciapo), com um balanço das políticas de estímulo à agroecologia na execução do 1º Planapo. 

Na abertura, na quarta (16), a Fundação BB foi representada pelo presidente, José Caetano Minchillo, e o diretor executivo Marcos Frade. Participaram da mesa os ministros Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) e Miguel Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência da República); a presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Maria Emília Pacheco Lisboa, a representante da Marcha das Margaridas Generosa de Oliveira Silva e o representante da Associação Brasileira de Agroecologia Paulo Petersen.

A assessora da Fundação BB, Mariana de Oliveira, participa dos debates até o dia 18. De acordo com ela, nas ações de agroecologia, a Fundação BB se baseia no Planapo, por isso é importante estar presente no evento. "A gente está aqui para ouvir, para aproximar cada vez mais a nossa forma de atuação das demandas da sociedade civil. Estamos neste caminho, pois os participantes mencionam como pontos importantes a ampliação de oportunidades para os jovens no campo, a recuperação de áreas degradadas e a conservação da água."

A Fundação BB tem a agroecologia com um dos vetores de atuação. Em 2014, investiu R$32,8 milhões projetos e programas na área. Entre as ações está a realização de dois editais do Programa Ecoforte, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). O edital Ecoforte redes é voltado para o fortalecimento das redes de agroecologia e, desde 2014, contou com investimento de R$34 milhões na contratação de 29 redes. O edital Ecoforte Extrativismo destina-se a apoiar empreendimentos coletivos no beneficiamento e comercialização de produtos do Bioma Amazônia. Com investimento social de R$ 6 milhões, a seleção habilitou dez entidades em maio deste ano.

Entre os públicos priorizados do planejamento estratégico da Fundação BB está a juventude. Em 2015 houve o investimento de R$ 5 milhões na realização do Edital Juventude Rural, em parceria com o BNDES, destinado à inclusão social e à geração de renda dos jovens do campo. Diante do volume de projetos habilitados no edital, haverá uma ampliação de 60% nos recursos, totalizando R$ 8 milhões.
 

Banco de Tecnologias Sociais traz experiências de êxito para ampliar o acesso à agua

 FBB Tecnologia Social

Acervo com 67 metodologias certificadas pela Fundação Banco do Brasil divulga soluções simples e econômicas que podem ser implantadas no campo ou na cidade

O Banco de Tecnologia Social (BTS) da Fundação Banco do Brasil reúne 67 experiências de sucesso em várias partes do país que buscam a ampliação do acesso da população à água e a preservação dos recursos hídricos. O BTS é uma base de dados online com informações sobre projetos e as instituições que os desenvolveram, divididos por temas.

No tema recursos hídricos, as metodologias oferecem soluções diversas para quem vive no campo ou na cidade, como o reuso de água nas atividades domésticas; captação de água da chuva com a construção de um teto verde; a dessalinização da água subterrânea para aproveitamento por consumo humano ou criação de animais e plantas; o uso de cisternas para armazenar água pluvial; a contenção em açudes para manter a umidade do solo e evitar enxurradas e erosão; o bombeamento para aumentar a captação e a pressão na torneira, entre outras alternativas.

No BTS, é possível filtrar a busca por tema - além de recursos hídricos, há também alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, renda e saúde - instituição, público-alvo, ano de implantação e estado onde fica a instituição e onde foi realizado o projeto. Cada uma das 696 tecnologias sociais tem uma página própria com descrição da experiência, localidade onde foi testada, indicação de endereços na internet, arquivos e telefones de contato.

As metodologias reunidas no BTS são fruto do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, que é realizado a cada dois anos, com o intuito de estimular a disseminação de tecnologias sociais já aplicadas, que tragam soluções efetivas relacionadas a alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde. Criado em 2001, o prêmio é o principal instrumento de identificação e certificação das experiências que compõem o BTS, disponível no site da Fundação BB.

Para obter certificação como Tecnologia Social, o projeto inscrito deve corresponder aos critérios de reaplicabilidade, efetividade da transformação social, interação com a comunidade, ter sido implementado há pelo menos um ano e contemplar, no mínimo, um dos seguintes critérios: protagonismo social; respeito cultural; cuidado ambiental; e solidariedade econômica.

A certificação do concurso de 2015 está em andamento. A lista com as tecnologias certificadas será divulgada até o final da primeira quinzena de agosto. Nas sete edições anteriores - de 2001 a 2013 - foram certificadas cerca de 500 iniciativas e concedidos mais de R$ 3 milhões em premiações destinadas ao aprimoramento das tecnologias sociais vencedoras por meio de projetos apresentados à Fundação Banco do Brasil.

Conheça o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação BB. Visite http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial/banco-de-tecnologias-sociais/pesquisar-tecnologias/

Fonte: Paula Crepaldi, Fundação BB

Fundação Banco do Brasil direciona mais R$ 4 milhões para o Programa Redes Ecoforte

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O incentivo permitirá atender mais quatro redes de agroecologia que envolvem agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais

Por Dalva de Oliveira

Nos próximos dias, o Programa Redes Ecoforte, programa de fortalecimento das redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica, vai receber um reforço de mais R$ 4 milhões para outras quatro redes que atendam agricultores familiares e comunidades tradicionais selecionadas por meio de edital. Em 2014, a parceria da Fundação BB e do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) atendeu a 25 redes. Com o novo aporte, o investimento social não reembolsável passa a ser de R$ 34 milhões, para um total de 29 redes. As entidades selecionadas recebem o valor máximo de R$ 1,25 milhão por projeto.

O presidente da Fundação BB, José Caetano Minchillo, destaca que o novo aporte potencializa o alcance do programa. "Com isso, aumentamos a produtividade, a renda e melhoramos a comercialização de produtos agroecológicos e sustentáveis. Ou seja, mais oportunidades de inclusão social e de renda para os agricultores familiares”, afirma.

REDE DE AGROECOLOGIA ECOVIDA

Um exemplo é a Rede de Agroecologia Ecovida, conveniada com o Centro de Tecnologias Alternativas Populares (Cetap), do Rio Grande do Sul, que recebeu o recurso e hoje atende 1.200 famílias. Em seis meses, o projeto já contabiliza alguns resultados, como avanço na estruturação da rede de valorização e uso da sociobiodiversidade; comercialização e intercâmbio de produtos entre as regiões, participação em feiras; evolução no processo de certificação de produtos orgânicos, entre outros.

De acordo com o coordenador do Cetap, Alvir Longhi, o projeto abrange sete regiões do estado, com foco na valorização de novos produtos, a partir do processamento, comercialização e ampliação da base alimentar. A ideia é que, em dois anos, 4 mil pessoas sejam alcançadas de forma indireta. Ele conta ainda que na região existe uma diversidade grande de produtos que podem ter o potencial nutricional e de geração de renda mais bem aproveitados, como é o caso do pinhão e do butiá - coquinho azedo, retirado da palmeira de nome científico butia capitata.

“Com a implantação das novas unidades de processamento de frutas nativas, esse processo vai ser potencializado, o que vai nos permitir contribuir ainda mais na melhoria da qualidade de vida dos agricultores familiares e na criação de redes com diferentes atores, em diferentes regiões, e o Ecoforte está nos permitindo dar esse grande passo”, declarou.

 
SOBRE O ECOFORTE


O Ecoforte faz parte da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO) e do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo), que buscam estimular e integrar políticas públicas de produção orgânica e de base agroecológica, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida da população, por meio do uso sustentável dos recursos naturais e da oferta e consumo de alimentos saudáveis.

Além da Fundação Banco do Brasil e do BNDES, participam também,  a Secretaria-Geral da Presidência da República; o Ministério do Desenvolvimento Agrário; o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; o Ministério do Meio Ambiente; o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; o Ministério do Trabalho e Emprego; a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab); a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Foto: Valeria Carvalho

Você sabe o que é a Rede de Tecnologia Social ?

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 A Rede de Tecnologia Social (RTS) articula e integra um conjunto de instituições com o propósito de promover o desenvolvimento sustentável mediante a difusão e a reaplicação em escala de tecnologias sociais. Você pode conhecê-la em http://rts.ibict.br/

Tecnologias Sociais compreendem produtos, técnicas ou metodologias, reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que representam efetivas soluções de transformação social.

Comitê Coordenador

Participam do Comitê Coordenador os mantenedores da RTS, até quatro representantes de articuladores de redes sociais e um representante de instituições de ensino, pesquisa e extensão, convidados pelos mantenedores. Quais sejam:

Mantenedores

  • PETROBRAS - Petróleo Brasileiro S.A.

  • FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos

  • SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

  • CAIXA - Caixa Econômica Federal

  • Fundação Banco do Brasil (FBB)

  • MCT - Ministério da Ciência e Tecnologia

  • MDS - Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

  • MI – Ministério da Integração Nacional

  • MDA - Ministério do Desenvolvimento Agrário

Mantenedores

  • Instituições Articuladoras

  • Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA)

  • Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong)

  • Grupo de Trabalho Amazônico (GTA)

  • Rede Cerrado

Instituição representante das Universidades

  • Fórum de Pró-Reitorias de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (Forproex)

Instituição Responsável pela divulgação da RTS

  • Subsecretaria de Comunicação Institucional da Secretaria Geral da Presidência da República (SECOM)

A Petrobras promove a reaplicação de diversas tecnologias sociais priorizadas pela RTS, por meio do patrocínio de projetos selecionados pelo Programa Desenvolvimento & Cidadania Petrobras. A Companhia apoia também o funcionamento da secretaria executiva da RTS e as atividades de divulgação de tecnologias sociais, em regime de rodízio com as demais mantenedoras da RTS. 

Fundação Banco do Brasil e Instituto Atá firmam parceria para investimento social em projetos sustentáveis

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Alex Atala e José Caetano Michilo firmando a parceria.Crédito: FBB.


O presidente da Fundação Banco do Brasil, José Caetano Minchillo, e o chef e presidente do Instituto ATÁ, Alex Atala, assinam, hoje, Protocolo de Intenções para a realização de investimento social em programas e projetos sustentáveis no âmbito das cadeias produtivas relacionadas à sociobiodiversidade.

 

A proposta inicial da parceria entre as entidades está focada no projeto “Baunilha do Cerrado”. A iniciativa, orçada em R$ 350 mil, desenvolverá ações voltadas à geração de renda com o manejo e beneficiamento sustentável da baunilha do Cerrado, nativa da região do Vão das Almas, próximo a Cavalcante (GO). Lá, vivem cerca de 200 famílias remanescentes de quilombolas e em situação de vulnerabilidade.

 

Além do manejo e beneficiamento da baunilha, estão previstas ações de capacitação para organização social, trabalho em cooperação e a comercialização dos produtos agrícolas. A  principal fonte de recursos das famílias da região é a mandiocultura.

 

O fortalecimento do território também engloba outras necessidades identificadas na comunidade e que guardam afinidade ao trabalho realizado pela Fundação BB como ações de capacitação e inclusão digital bem como promover o acesso à água por meio de tecnologias sociais”, explica Caetano Minchillo.

 

A Fundação BB e o Instituto ATÁ realizam atividades convergentes e complementares. A FBB tem como chancela de seu trabalho a inclusão socioprodutiva, onde o foco é propiciar o acesso a oportunidade de trabalho e renda, às políticas públicas e contribuir para a emancipação social e produtiva dos indivíduos, potencializando os valores das comunidades e o saber-fazer local. Já o ATÁ entende que é necessária uma intervenção em toda a cadeia de valor, com o propósito de fortalecer os territórios a partir de sua biodiversidade, agrodiversidade e sociodiversidade para garantir o alimento bom para todos e para o ambiente. “Precisamos aproximar o saber do comer, o comer do cozinhar, o cozinhar do produzir, o produzir da natureza”, resume Alex Atala.

 

 

 

 

RESULTADO DA 1ª FASE DA SELEÇÃO – PROGRAMA INOVA

Em atendimento ao Programa ECOUNI INOVA, parceria da UNISOL BRASIL com o SEBRAE Nacional, a Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Brasil – UNISOL Brasil – agradece a participação dos empreendimentos inscritos e divulga os projetos pré-aprovados na 1ª Fase da Seleção – Da proposta.

A seguir estão listados, por ordem de número de inscrição, os projetos pré-aprovados:

#120 – RECICLA

 

#125 – COOPAFARGA

 

#127 – COOPERAGUA

 

#139 – RAMÁ

 

#143 – WISE TOOLS

 

#144 – INCLUI MAIS

 

#146 – Patuá Comunicação para Projetos Sociais

 

#147 – Justa Trama

 

#148 – Artes da terra

 

#154 – RATO RÓI

A Comissão Executiva do Programa INOVA entrará em contato com os responsáveis das propostas que necessitarem de esclarecimentos e/ou informações para complementar a 1ª fase.

A 2ª Fase da Seleção consiste na avaliação e seleção da(s) melhor(es) proposta(s) orçamentária(s) dentro dos selecionados na 1ª fase. Nesta 2ª fase a Comissão Executiva poderá contactar os selecionados para readequação da proposta orçamentária, a fim de contemplar o maior número de projetos possíveis. O resultado deverá ser divulgado em torno de 15 (quinze) dias.

A 3ª [e última] Fase da Seleção consiste na entrega da documentação dos selecionados na 2ª fase. A Comissão Executiva entrará em contato para solicitar a documentação, que está relacionada no edital no Art. 19º.

Pedimos para que os selecionados continuem acompanhando diariamente o nosso site, a fim de averiguar o(s) projeto(s) selecionado(s) em cada fase.

Salientamos que, de acordo com o edital, o PROGRAMA ECOUNI INOVA é composta de três fases de seleção e somente os aprovados nas três fases serão contemplados.

Para obter maiores informações, entrar em contato pelo endereço eletrônico O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Atenciosamente.

Comissão Executiva

 

UNISOL Brasil

INICIATIVA:

 

               APOIO:

 

       
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